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Centenas de funcionários de quase todas as agências do banco no Japão teriam falsificado documentos para permitir até 2,2 bilhões de dólares em empréstimos com juros baixos a empresas não autorizadas a recebê-los

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O diretor do banco japonês Shoko Chukin, apoiado pelo governo, anunciou, nesta quarta-feira (25), sua demissão, em resposta a uma investigação interna que revelou uma má conduta de larga escala, envolvendo cerca de 2,2 bilhões de dólares em empréstimos questionáveis.

O relatório alega que centenas de funcionários de quase todas as agências do banco no Japão falsificaram documentos para permitir empréstimos com juros baixos a empresas não autorizadas a recebê-los.

O esquema foi desenvolvido para emprestar fundos públicos a pequenas e médias empresas afetadas pela crise financeira de 2008 e pelo desastre com terremoto e tsunami no Japão em 2011.

Ao todo, o Shoko Chukin ofereceu 2,2 bilhões de dólares em empréstimos suspeitos, de acordo com o relatório, divulgado nesta quarta.

O presidente do banco, Kenyu Adachi, um ex-funcionário de alto escalão do Ministério da Indústria, disse que se afastaria "no momento apropriado".

Cerca de 80% do banco privado são financiados pelo governo.

As reivindicações "abalam a confiança na organização", disse Adachi em uma entrevista coletiva.

"A alta administração tem a maior responsabilidade, e eu quero assumir essa responsabilidade como o executivo mais alto da empresa".

A emissora pública NHK disse que Adachi vai renunciar a seu salário por seis meses - um gesto de penitência comum entre executivos japoneses.

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AFP