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Alguns também gritavam palavras de ordem contra o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, odiado pelos islâmicos por ter reprimido com violência a Irmandade Muçulmana e acusado de se aproveitar dos ataques israelenses a Gaza.

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Cerca de 2.000 pessoas, em sua maioria partidários do partido islamita Ennahda, protestaram nesta sexta-feira no centro de Túnis contra a ofensiva israelense em Gaza, que causou mais de 100 mortes em quatro dias.

"O povo quer a libertação da Palestina" e "Em frente Hamas, sua luta nos honra", gritavam os manifestantes exibindo bandeiras tunisianas e palestinas, assim como a do movimento islamita palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Alguns também gritavam palavras de ordem contra o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, odiado pelos islâmicos por ter reprimido com violência a Irmandade Muçulmana e acusado de se aproveitar dos ataques israelenses a Gaza.

"O mundo, com todas as suas organizações e instituições, observa este crime odioso sem impedi-lo", denunciou Nabil Boulifi, um dos manifestantes.

Um líder do Ennahda e ex-ministro da Saúde, Abdellatif Mekki, comemorou os disparos de foguetes palestinos contra Israel, por considerar que os palestinos "haviam estabelecido uma nova equação, respondendo à agressão com disparos (...) contra as fortalezas do inimigo".

Este novo conflito é o mais mortal desde a operação "Pilar de Defesa", de novembro de 2012.

AFP