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O presidente colombiano, Juan Manuel Santos (E), e o líder das Farc, Timochenko (D), durante a cerimônia da assinatura do cessar-fogo na presença do presidente cubano, Raúl Castro, em Havana, no dia 23 de junho de 2016

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O cessar-fogo assinado no último 23 de junho entre o governo colombiano e as Farc representa uma etapa no processo de pacificação da Colômbia, que deverá ser consolidado com medidas de confiança, considerou o ministro de Relações Exteriores do Vaticano em entrevista à AFP.

"Estamos encantados que se tenha chegado a um novo acordo", ainda que "seja somente uma etapa", assegurou o monsenhor Paulo Richard Gallagher, secretário para Relações Exteriores com os Estados do Vaticano.

"Esperamos que possam chegar a um acordo final dentro de um prazo razoável", acrescentou.

"A Santa Sé está envolvida desde o plano diplomático, proporcionando apoio e alento, mas sem participar diretamente nas negociações", explicou o religioso inglês.

Gallagher se referiu também às feridas causadas pelo prolongado conflito e reconheceu as dificuldades que algumas pessoas atravessam após mais de 50 anos de confrontos.

"Não vai ser fácil. Eles precisam ganhar os corações e as mentes e começar um novo processo que tomará um tempo muito, muito longo", considerou o sacerdote britânico.

"A Santa Sé está muito preocupada com o sofrimento das pessoas comuns" e está "disposta a responder às solicitações que provêm dela", acrescentou.

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AFP