Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O opositor venezuelano Henrique Capriles, em Caracas, no dia 26 de abril de 2016

(afp_tickers)

O governo venezuelano denunciou neste domingo que mais de 40% das assinaturas entregues pela oposição para realizar um referendo revocatório contra o presidente Nicolás Maduro são "fraudulentas".

"Calculamos que mais de 40% das assinaturas geram eventos alheios ao regulamento eleitoral e, portanto, são fraudulentas", assegurou Jorge Rodríguez, chefe de uma comissão designada por Maduro para monitorar o processo que impulsionado pela oposição.

No dia 2 de maio, a coligação opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) entregou 1,8 milhão de assinaturas ap Conselho Nacional Eleitoral (CNE), nove vezes mais do que as requeridas para solicitar a ativação do referendo.

O deputado opositor Julio Borges anunciou que nesta terça-feira os delegados da MUD se reunirão com a direção do CNE para dialogar sobre o processo para que aproximadamente 200.000 pessoas validem suas assinaturas com a impressão digital.

O CNE antecipou que a revisão das assinaturas terminará na quinta-feira. Se elas forem certificadas, as máquinas biométricas serão utilizadas para a validação.

Se o CNE não anunciar na quarta-feira as datas e os locais para esse procedimento, "mobilizaremos" todas as sedes do organismo eleitoral, advertiu o líder opositor Henrique Capriles no Twitter.

Caso o processo de referendo seja instalado, a oposição terá de coletar assinaturas equivalentes a 20% do registro eleitoral (3.959.560), que deverão ser recolhidas em um período de três dias junto com suas respectivas impressões digitais.

Cumprido o requisito, o CNE fixará uma data para o referendo revocatório, em que a oposição precisará superar os 7,5 milhões de votos obtidos por Maduro em 2013, quando foi eleito para um mandato de seis anos, até 2019.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP