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O líder chavista Jorge Rodríguez, em Caracas, no dia 1º de agosto de 2016

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O chavismo disse que o referendo revogatório promovido pela oposição contra o presidente Nicolás Maduro "feneceu" e descartou que a oposição vá conseguir realizá-lo este ano, ou mesmo em 2017.

"Legal e juridicamente (o referendo) feneceu", afirmou o líder chavista Jorge Rodríguez, depois de o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) ter anunciado nesta terça (9) que a coleta de quatro milhões de assinaturas para convocar a consulta será no final de outubro. Isso afasta a possibilidade de realizar o processo ainda em 2016.

Delegado por Maduro para monitorar o processo sobre o referendo, Rodríguez disse que a proposta foi submetida a uma "fraude intensiva por parte da direita, e gerou sua morte".

"É questão de tempo para que isso fique estabelecido assim nos tribunais", afirmou, referindo-se às milhares de ações apresentadas pelo chavismo contra a coleta de 200.000 assinaturas.

Essa coleta já foi validada pelo CNE para pedir a ativação do referendo.

Além de já ter declarado que a consulta não acontecerá este ano, porque a oposição a iniciou tardiamente, Rodríguez disse ainda "ter certeza, pelos ventos que sopram e pela fraude em massa cometida, que tampouco fará o referendo em 2017".

O anúncio do CNE praticamente adia o referendo para depois de janeiro de 2017, quando Maduro, em caso de derrota, poderá ser substituído por seu vice-presidente. Se perder o referendo ainda este ano, é obrigatório convocar novas eleições.

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AFP