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O secretário-geral da OEA, Luis Almagro, em Assunção, em 21 de abril de 2017

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O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, exigiu nesta quinta-feira que o governo venezuelano deixe-o visitar o líder da oposição Leopoldo López, após uma onda de rumores sobre sua suposta morte na prisão.

"Exijo visitar @leopoldolopez amparado pelos compromissos que a #Venezuela assumiu com o Sistema Interamericano de Direitos Humanos", expressou Almagro no Twitter.

Circularam nas redes sociais na quarta-feira à noite uma enxurrada de mensagens sobre a suposta transferência de López "sem sinais vitais" para um hospital da prisão militar de Ramo Verde (perto de Caracas), onde cumpre desde 2014 uma sentença de 14 anos.

Mais tarde, o deputado e vice-presidente do partido no poder PSUV, Diosdado Cabello, transmitiu na televisão um vídeo como prova de vida do líder da oposição, gravado com seu celular.

"Disseram-me que esta é uma mensagem de prova de vida para a minha família. Hoje é 03 de maio, são nove horas da noite", diz López no vídeo.

Mas sua esposa, Lilian Tintori, denunciou nesta quinta-feira que o vídeo "é falso".

"O vídeo da ditadura é FALSO. A única prova de vida que vamos aceitar é ver Leopoldo", escreveu no Twitter.

É bastante improvável que o governo venezuelano permita a visita de Almagro, a quem chama de "triste malfeitor".

Caracas acusa Almagro de promover uma "intervenção internacional" e notificou sua decisão de retirar-se do organismo continental após vários apelos.

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AFP