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Quase 125.000 pessoas, em sua maioria refugiados rohingyas, cruzaram a fronteira até Bangladesh nas últimas semanas

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O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, convocou nesta terça-feira as autoridades de Mianmar a acabar com a violência no estado de Rajine e a tomar medidas para dar aos muçulmanos rohingyas que ali residem uma "vida normal".

Quase 125.000 pessoas, em sua maioria refugiados rohingyas, cruzaram a fronteira até Bangladesh nas últimas semanas, fugindo da perseguição das forças birmanesas, que incendiaram aldeias em resposta aos ataques de militantes rohingyas.

A situação desta minoria muçulmana "está se convertendo em um fator inegável de desestabilização regional", disse Guterres à imprensa em Nova York.

"As autoridades birmanesas devem tomar atitudes firmes para acabar com o círculo vicioso de violência e dar segurança e ajuda a todos os que precisarem", assinalou.

O Unicef, fundo das Nações Unidas para a Infância, pediu nesta terça-feira permissão para ter acesso às crianças presas nos combates, que seriam dezenas de milhares.

Atualmente "o Unicef não tem acesso às zonas afetadas (pelos combates) no norte do estado de Rajine", indicou em um comunicado publicado em Nova York e diretor da organização, Anthony Lake, destacando que o organismo "intensifica suas ações" em Bangladesh para dar "proteção, alimentos, cuidados e água" às crianças refugiadas ali.

Segundo Lake, 80% dos 125.000 refugiados são mulheres e crianças. "As crianças dos dois lados da fronteira precisam de ajuda urgente e proteção", ressaltou.

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AFP