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(Arquivo) O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem

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O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, manifestou nesta segunda-feira sua intenção de esgotar seu mandato à frente do grupo de ministros das Finanças dos 19 países do euro, apesar de abandonar seu cargo nacional na Holanda com a entrada de um novo governo.

"Minha intenção é terminar meu mandato até 13 de janeiro", assegurou Dijsselbloem, que disse que recebeu "apoio unânime" dos ministros de Finanças durante o Eurogrupo para que conclua seu mandato iniciado em janeiro de 2013 e renovado dois anos e meio depois.

Até o momento, os dois únicos presidentes do Eurogrupo foram ministros das Finanças de seus países, embora não exista nenhuma regra que indique que Dijsselbloem, cujo partido trabalhista sofreu uma derrota nas eleições de março, deva renunciar.

Desde então, os diferentes partidos na Holanda se lançaram em negociações para alcançar um acordo de coalizão, que pode ser concretizada no final de outubro e que não faz parte do partido do atual presidente do Eurogrupo.

Seu sucessor chegará em um momento chave, quando o bloco se recupera de sua maior crise, com a quase saída em 2015 da Grécia da zona do euro, e em meio à reflexão sobre o futuro da Eurozona.

Segundo Dijsselbloem, os aspirantes à presidência do Eurogrupo deverão apresentar suas candidaturas até duas semanas antes de 4 de dezembro, quando este grupo que reúne os ministros das Finanças dos 19 países do euro elegerá seu sucessor.

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AFP