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O chefe do Exército do Zimbábue, Constantino Chiwenga, em Harare, em 13 de novembro de 2017

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O chefe do Exército do Zimbábue, Constantino Chiwenga, ordenou nesta segunda-feira (13) que "pare" o expurgo do partido ZANU-PF, no poder, após a destituição na semana passada do vice-presidente, Emmerson Mnangangwa, advertindo que os militares poderiam intervir.

"O expurgo atual que claramente visa a membros do partido (...) deve parar imediatamente", declarou o general Chiwenga em coletiva de imprensa, à qual assistiram 90 militares de alta patente nos escritórios do exército na capital.

"Devemos lembrar-lhes a quem está por trás destes acertos desleais que quando se trata de proteger nossa revolução, os militares não hesitarão em intervir", alertou.

Mnangagwa foi destituído uma semana depois de ter discutido com a esposa do presidente Robert Mugabe, Grace, que agora está na primeira posição para suceder ao marido, de 93 anos.

O ex-vice-presidente tem fortes vínculos com o Exército, após ter ocupado o cargo de ministro da Defesa.

Chiwenga afirmou que o partido governista tinha sido infiltrado por pessoas que tentam destruí-lo de dentro e que o atual expurgo tinha mergulhado o país em uma crise.

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AFP