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A última vítima foi Manuel Castellanos, um comerciante de 48 anos baleado no pescoço por membros da Guarda Nacional, segundo o Ministério Público

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A Procuradoria venezuelana confirmou nesta quinta-feira a morte de um homem na véspera, durante protestos contra o presidente Nicolás Maduro no estado de Táchira, o que eleva a 44 o número de óbitos em sete semanas de manifestações.

A última vítima foi Manuel Castellanos, um comerciante de 48 anos baleado no pescoço por membros da Guarda Nacional, segundo o Ministério Público.

Castellanos "se encontrava em um mercado de Tucapé, município de Cárdenas [oeste], onde manifestantes montavam uma barricada, quando membros da Guarda Nacional realizaram vários disparos e um o atingiu", revelou o organismo.

Segundo o Ministério Público, três membros da Guarda Nacional foram detidos devido à morte do comerciante.

Os protestos contra Maduro começaram em 1º de abril, com a exigência de eleições gerais para superar a crise política e econômica.

As manifestações prosseguiram nesta quinta-feira com uma passeata em direção ao centro de Caracas, dispersada com bombas de gás lacrimogêneo.

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