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Chile assina novos acordos para receber milhões de vacinas contra o coronavírus

Enfermeira assiste paciente com covid-19 no Hospital Barros Luco, em Santiago, em 24 de junho de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 22. setembro 2020 - 19:06
(AFP)

O Chile anunciou, nesta terça-feira (22), que assinou novos acordos para receber milhões de doses de vacinas contra o coronavírus, uma vez que elas forem aprovadas, afirmou o presidente Sebastián Piñera.

O presidente explicou que chegou a um acordo com a Covax - uma iniciativa global liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a União Europeia, países latino-americanos e fundações como a de Bill e Melinda Gates - que permitirá ao Chile "acessar oito milhões de doses" da vacina escolhida pelo país, "com a aprovação da OMS".

Além disso, ele informou que assinou outro acordo com os laboratórios Pfizer e BioNtech, dos Estados Unidos e da Alemanha, respectivamente, para que o país possa ter acesso a 10 milhões de doses, "com um cronograma de entrega que, em caso de os testes e autorizações necessárias serem bem-sucedidos, será iniciado a partir do ano que vem", segundo o presidente Piñera.

O Chile também reservou 14,4 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em conjunto com a Universidade de Oxford - uma das mais avançadas atualmente - e busca um novo convênio com o laboratório Sinovac da China, para que também realize ensaios clínicos no Chile.

A ideia, segundo o presidente, é conseguir vacinar mais de 80% dos chilenos.

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