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(Arquivo) O presidente boliviano, Evo Morales, em La Paz, no dia 24 de fevereiro de 2016

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O Chile negou a existência de uma base militar a 15 quilômetros da fronteira com a Bolívia, em resposta à acusação lançada pelo presidente boliviano Evo Morales, mas admitiu uma "intensificação" do patrulhamento militar para evitar crimes na região fronteiriça, informou neste domingo a chancelaria.

Morales denunciou neste domingo a existência de uma base militar chilena próximo às águas do rio Silala, cuja soberania é disputada com La Paz, que levará o caso à Corte Internacional de Haia (CIJ).

"É totalmente infundada a acusação do presidente boliviano de que o Chile teria instalado uma base militar 'ilegal' a menos de 15 km da fronteira com o país, na região do rio Silala. Não existe essa suposta instalação militar", garante a mensagem.

"O que tem havido é uma intensificação do patrulhamento militar em território chileno para impedir os ataques contra civis, roubos, contrabando e narcotráfico provenientes da Bolívia", completa a mensagem.

A chancelaria chilena denuncia a Bolívia por uma instalação militar "apenas a 1,5 km em linha reta da fronteira do Chile". "A Bolívia deveria responder por essa presença militar permanente na fronteira".

AFP