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Chile envia 40 mil doses da Sinovac para pessoal médico em Equador e Paraguai

Enfermeira prepara dose de vacina anticovid da Pfizer para aplicação no hospital Pablo Arturo Suárez, em Quito, 21 de janeiro de 2021 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. março 2021 - 19:20
(AFP)

O Chile fez um envio solidário de 40.000 doses da vacina contra o coronavírus do laboratório chinês Sinovac ao Equador e ao Paraguai, que serão administradas ao pessoal de saúde destes países para ajudar no combate à covid-19, informou o governo chileno neste sábado (6).

O governo chileno acordou com o equatoriano a entrega deste envio solidário de vacinas "para que justamente o pessoal de saúde do Equador possa estar em melhor situação", informou o ministro do Interior, Rodrigo Delgado.

"As relações bilaterais geram grandes frutos! O Governo do Chile entregou ao Equador 20 mil vacinas da SINOVAC para pessoal sanitário. Esta é a primeira demonstração de solidariedade entre países", confirmou o presidente equatoriano, Lenin Moreno, em sua conta no Twitter.

Enquanto isso, o Ministério paraguaio de Relações Exteriores confirmou a chegada de 20.000 doses enviadas pelo Chile. "Graças à cooperação chilena, para o pessoal de branco da linha de frente", informou a pasta em sua conta no Twitter.

A carga de vacinas enviada ao Equador também inclui alguns medicamentos para intubar pacientes.

Quero "deixar claro que este envio de 20.000 doses ao Equador não afeta em nada o estoque, nem o calendário de vacinação no Chile", pontuou Delgado.

O Chile se assegurou a aquisição de mais de 30 milhões de doses de vacinas anticovid: 10 milhões com a americana Pfizer; outras 10 milhões com a chinesa Sinovac, e o restante com AstraZeneca, Johnson & Johnson e a plataforma Covax, impulsionada pela Organização Mundial da Saúde.

Até agora, o Chile já recebeu mais de oito milhões de doses de vacinas entre as enviadas pela Sinovac e pela Pfizer/Biontech.

Graças a isso, mais de quatro milhões de pessoas receberam a primeira dose e 535.600 foram imunizadas com a segunda, em meio a um rápido processo de vacinação, iniciado em 24 de dezembro com pessoal médico e em 3 de fevereiro de forma massificada.

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