Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) A fim de prevenir acidentes com os viciados em smartphones, a cidade de Concepción começou a experimentar um semáforo de chão para que os que não tiram os olhos da tela do celular possam saber quando atravessar uma rua

(afp_tickers)

A fim de prevenir acidentes com os viciados em smartphones, a cidade de Concepción começou a experimentar um semáforo de chão para que os que não tiram os olhos da tela do celular possam saber quando atravessar uma rua.

Neste projeto pioneiro no país, as luzes vermelhas e verdes foram instaladas nas calçadas do cruzamento das ruas Picaví com Calle Nueva, que estão conectadas aos semáforos tradicionais.

As autoridades, preocupadas com o alto número de acidentes na região, esperam diminuir o risco e aumentar a segurança dos pedestres, embora reconheçam que a tecnologia sozinha "não é suficiente".

O objetivo destes semáforos de chão é chamar a atenção de quem anda distraído olhando para baixo ou concentrado em seu celular mediante mensagens luminosas que são projetadas de baixo para cima.

"Esta nova alternativa tem por objetivo entregar um novo insumo para proteger a vida de nossos estudantes. Esperamos validá-las e dizer que esta é uma alternativa útil. E, se for assim, gerar em novos cruzamentos uma massificação desta iniciativa", disse o intendente da cidade, Rodrigo Díaz, em comunicado.

Espera-se que com os novos semáforos gerem uma mudança no comportamento dos pedestres. Se o projeto, já realizado em países europeus como a Holanda, der resultados, as autoridades de Concepción estão dispostas a instalar este tipo de semáforo em outras partes da cidade.

"Mas queremos pedir às pessoas que colaborem, porque por mais semáforos que sejam instalados, se não houver um respeito ao sinal de trânsito e à sinalização, isso não vai servir de nada", alertou o prefeito da cidade, Álvaro Ortiz.

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

AFP