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Chile quer aproximar posições do Grupo de Lima e Grupo de Contato da Venezuela

Ministro das Relações Exteriores do Chile, Roberto Ampuero, no Congresso de Brasília, em 1º de janeiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. março 2019 - 19:05
(AFP)

O chanceler chileno Roberto Ampuero se reunirá na quinta-feira com representantes do Grupo de Contato Internacional sobre a Venezuela (GCI), formado por União Europeia, Uruguai e Bolívia, a fim de buscar "espaços comuns" para resolver a crise no país caribenho.

O Chile, membro do Grupo de Lima - criado por uma dúzia de países em 2017 para procurar uma solução para a crise venezuelana -, será "a ponte" com as nações do GCI em busca de aproximar posições no sentido de uma solução para a crise política, econômica e social que a Venezuela enfrenta.

"A ideia é encontrar áreas de convergência com o Grupo de Contato. Em outras palavras, como podemos trabalhar em conjunto para alcançar uma solução pacífica para esta crise terrível que está sendo experimentada pela Venezuela", disse Ampuero em um vídeo divulgado nesta terça-feira pelo Ministério das Relações Exteriores chileno.

O GCI foi lançado em 7 de fevereiro em Montevidéu pela UE, Uruguai e Bolívia com o objetivo de estabelecer as bases para uma solução democrática para a crise na Venezuela. A UE não reconhece as eleições que em maio passado permitiram que Nicolás Maduro fosse reeleito presidente. Já a Bolívia apoia Maduro.

"O Chile está atuando como uma ponte diplomática entre os democratas da comunidade internacional que querem trabalhar por uma solução pacífica para a crise na Venezuela", acrescentou Ampuero.

O GCI se reunirá no dia 28 de março em Quito, com a participação de representantes do Chile, União Europeia, Bolívia, Uruguai e países do Caribe.

A Venezuela está mergulhada em uma profunda crise política, econômica e humanitária que se agravou com a autoproclamação em janeiro do opositor Juan Guaidó como presidente encarregado do país.

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