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Manifestantes em frente à Instalação Correcional Lai Chi Kok, em Hong Kong, protesta contra a prisão de Joshua Wong, Nathan Law e Alex Chow, líderes da "Revolução dos Guarda-Chuvas", em 18 de agosto de 2017

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A China defendeu nesta sexta-feira a prisão em Hong Kong de três ativistas pró-democracia, líderes da "Revolução dos Guarda-Chuvas" de 2014, ao mencionar "atividades ilegais e violentas".

Joshua Wong, o mais jovem e conhecido líder do movimento, foi condenado na quinta-feira, no julgamento em apelação, a seis meses de prisão. Nathan Law e Alex Chow receberam penas de oito e sete meses de prisão, respectivamente.

O tribunal os julgou por seu papel em um protesto considerado ilegal, em 26 de setembro de 2014. Na ocasião, os manifestantes escalaram barreiras metálicas para entrar na Civic Square, uma praça dentro de um complexo governamental. Esta ação desencadeou grandes manifestações.

"A população de Hong Kong se beneficia plenamente de direitos e liberdades. Mas ninguém pode realizar atividades ilegais e violentas sob o pretexto da democracia e da liberdade", declarou Hua Chunying, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores.

O Reino Unido, antiga potência colonial que administrava Hong Kong, afirmou esperar que as condenações dos três ativistas não provoquem uma queda do ânimo para as próximas "manifestações legítimas".

A organização Anistia Internacional considerou as penas de prisão um "ataque vingativo contra a liberdade de expressão e de manifestações de forma pacífica".

"Quero recordar que Hong Kong é uma região administrativa especial da China (...) A China se opõe firmemente a que qualquer força externa interfira nos assuntos e na independência judicial de Hong Kong", destacou Hua.

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AFP