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O laboratório espacial Tiangong-2 é lançado na base de Jiquan, no deserto de Gobi, China, no dia 15 de setembro de 2016

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A estação espacial que a China quer colocar em funcionamento em 2020 poderá acolher até seis astronautas e ficará habitada por ao menos 10 anos, informou na noite de quinta-feira a agência oficial Xinhua.

"Depois da construção da estação espacial, os voos tripulados serão normais, o que quer dizer que a China enviará a cada ano ao espaço ao menos seis astronautas, divididos em dois grupos", declarou à agência estatal o engenheiro-chefe do programa de voos tripulados, Zhou Jianping.

Um primeiro módulo central será lançado em 2018 e a construção da estação se prolongará até 2020, para uma colocação em andamento prevista em 2022, disse Zhu Zongpeng, responsável pelo programa de laboratórios espaciais. Os astronautas poderão permanecer na estação em missões de mais de um ano, acrescentou.

A estação, de 60 toneladas de peso, estará formada por três partes. Muito menor que a atual Estação Espacial Internacional (ISS), que pesa 450 toneladas, a estação chinesa poderá se acoplar a duas naves espaciais tripuladas e a outra não tripulada, segundo Zhou.

A ISS, que funcionará ao menos até 2024, acolhe normalmente seis pessoas. Estados Unidos, Rússia, Canadá, Japão e a Agência Espacial Europeia são sócios neste projeto, cujo primeiro lançamento no espaço remonta a 1998.

A China conseguiu na noite de quinta-feira lançar, a partir de sua base de Jiuquan, no deserto de Gobi (noroeste), seu segundo laboratório espacial, chamado Tiangong-2. Está previsto que dois astronautas viajem ao laboratório em uma data ainda indeterminada para realizar experiências científicas.

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AFP