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A China é o maior mercado automobilístico do mundo, com 28,9 milhões de veículos vendidos em 2017

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A China vai retirar progressivamente, até 2022, as restrições que impedem as montadoras de automóveis estrangeiras de possuir uma participação majoritária em uma filial na China.

A medida era uma promessa do presidente Xi Jinping para abrir a economia do país ao exterior.

Atualmente, os grupos estrangeiros não podem possuir mais de 50% de uma empresa do setor de automóveis na China. Além disso, são obrigados a estabelecer associações com empresas locais e em número limitado.

O teto será suprimido em 2018 na produção de veículos elétricos e híbridos, em 2020 para os veículos comerciais e em 2022 para os carros particulares, informou a agência de planejamento em um comunicado.

"Após cinco anos de transição, todas as restrições serão suprimidas", afirmou a agência.

A partir de 2022 os investidores estrangeiros também poderão investir em mais de duas coempresas no setor automobilístico.

De modo paralelo, Pequim suprimirá este ano os limites na participação dos investidores estrangeiros no setor da construção naval (em particular na concepção, produção e reparo de barcos), assim como na construção aeronáutica.

Estados Unidos e União Europeia (UE) pedem há anos o fim das restrições chinesas ao capital estrangeiro e pedem que a China abra sua economia nestes setores, dominados por grupos estatais.

A China é o maior mercado automobilístico do mundo, com 28,9 milhões de veículos vendidos em 2017, segundo a associação CAAM.

Apesar da obrigação de uma associação com grupos chineses, as marcas estrangeiras representavam 55% do mercado no primeiro trimestre de 2018.

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AFP