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(Arquivo) O então presidente da Dior, Sidney Toledano

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Sidney Toledano, presidente da empresa francesa de luxo Christian Dior há quase duas décadas, deixará o cargo e será substituído pelo atual diretor-geral da Fendi, anunciou na quarta-feira (8) a empresa matriz de ambas, LVMH.

Toledano "realizou um trabalho formidável para desenvolver esta casa excepcional que é Christian Dior Couture e fazer brilhar sua elegância e modernidade através de estilistas de grande talento", ressaltou Bernard Arnault, presidente do gigante mundial LVMH.

Toledano, de 66 anos, entrou na Christian Dior em 1993 para desenvolver os artigos de couro da marca, antes de se tornar presidente da empresa, cinco anos depois.

Sob sua direção, a Dior ganhou visibilidade, particularmente com a moda masculina, graças ao sucesso das coleções de Hedi Slimane, diretor artístico entre 2000 e 2007.

Toledano decidiu também a demissão do estilista John Galliano, em 2011, após seus insultos antissemitas em um café parisiense.

Toledano passará a ser membro do comitê executivo da LVMH e será substituído no início de 2018 por Pietro Beccari, de 50 anos, que antes de dirigir a Fendi trabalhou como diretor de marketing da Louis Vuitton.

O anúncio do novo diretor da Fendi será feito "em breve", disse a LVMH, que possui 70 marcas.

A gigante do luxo adquiriu em abril passado a prestigiosa casa Dior por 6,5 bilhões de euros, até então uma sociedade "irmã" da LVMH.

Fundada há 70 anos, a Christian Dior emprega cerca de 5.000 pessoas, e seus produtos são distribuídos quase exclusivamente em uma rede mundial de 198 lojas. Sus vendas dobraram nos últimos cinco anos.

Em 2016, a direção artística das coleções de alta costura foi colocada sob o comando da estilista italiana Maria Grazia Chiuri.

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AFP