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Fortes chuvas foram registradas em Comodoro Rivadavia, um porto da Patagônia, em 2 de abril de 2017

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As chuvas intensas que afetaram nos últimos dias várias regiões da Argentina, superando recordes históricos, deixaram cidades e populações em situação de emergência, sem registros de mortos.

Uma das cidades mais afetadas é Comodoro Rivadavia, situada entre o oceano Atlântico e morros, que se transformaram em rios de lama pelo efeito da água.

Cerca de 1.500 pessoas permanecem evacuadas neste domingo, disse à imprensa local Carlos Linares, prefeito de Comodoro Rivadavia.

Fortes chuvas agravaram, neste domingo, a situação nesta cidade patagônica de 180.000 habitantes, 1.760 km ao sul de Buenos Aires.

"É uma cidade totalmente colapsada, estamos inundados e não parou de chover", afirmou Linares.

Até sábado, tinham caído em três dias 28,6 centímetros, acima da média anual, de 23,8 centímetros.

Na cidade de Santa Rosa, de 103.000 habitantes, 600 km ao sul de Buenos Aires, cerca de 3.000 pessoas foram evacuadas desde quinta-feira, após chover 30 centímetros, quando o normal é que chova em média 9,2 cm em todo o mês de março.

Na província de Catamarca, no noroeste da Argentina, o último mês de março foi o mais chuvoso dos últimos 32 anos, o que provocou cheia de rios, bloqueando rotas e isolando populações afastadas dos centros urbanos.

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AFP