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O diretor da CIA, Mike Pompeo, junho de 2017

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O diretor da CIA, Mike Pompeo, manteve neste sábado suas acusações sobre a ingerência de Moscou na campanha eleitoral dos Estados Unidos, apesar das novas negações do presidente russo, Vladimir Putin, reproduzidas por Donald Trump.

"O diretor mantém, como sempre fez, o relatório de janeiro de 2017" dos serviços de inteligência sobre a ingerência russa nas eleições americanas, apontou a Agência Central de Inteligência (CIA) em um comunicado emitido pela rede CNN horas depois de Trump dar crédito ao presidente russo.

"As conclusões dos serviços de inteligência no que diz respeito à ingerência da Rússia não mudaram", acrescenta o texto.

Trump - que se reuniu com Putin em Danang, Vietnã, à margem da cúpula do fórum econômico Ásia-Pacífico (APEC) - destacou a negação de seu homólogo russo a essas acusações, dando a entender que o considerava sincero.

"Ele me disse que não teve absolutamente nenhum envolvimento em nossas eleições", disse o presidente americano aos jornalistas que o acompanhavam no avião presidencial Air Force One rumo a Hanói neste sábado. "Realmente acredito que, se me diz isto, é que diz de verdade", acrescentou.

Putin afirmou, em uma conferência de imprensa em Danang, que "tudo que está vinculado ao suposto caso de ingerência russa nos Estados Unidos é prova da luta política interna nesse país" e não passa de "fantasias".

As declarações de Trump provocaram a ira de vários legisladores democratas, como Adam Schiff, que afirmou em um comunicado que "o presidente não engana ninguém".

"Ele sabe que os russos intervieram", fundamentalmente ao hackear a conta de e-mail de Hillary Clinton e com uma campanha nas redes sociais para ajudar a candidatura de Trump, acrescentou.

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AFP