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Simpósio de Prevenção do Delito Cibernético, em Los Angeles, Califórnia, no dia 16 de outubro de 2017

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Um grupo de espiões, denominado 'Sowbug', conseguiu, mediante ciberataques, se infiltrar em instituições governamentais na América do Sul e do Sudeste Asiático para roubar documentos, informou nesta terça-feira a sociedade de cibersegurança americana Symantec.

"Por enquanto, o Sowbug parece se concentrar principalmente em entidades governamentais na América do Sul e no sudeste asiático", informou a Symantec em um comunicado, citando ataques "em Argentina, Brasil, Equador, Peru, Brunei e Malásia".

"Dotado de bons recursos, o Sowbug é capaz de invadir vários objetivos de forma simultânea e fora das horas de trabalho das organizações para não ser detectado facilmente", informou a sociedade, ressaltando que o grupo está ativo desde pelo menos 2015.

O Sowbug (cochonilha, em inglês) fica escondido durante vários meses nos organismos das vítimas, segundo o Symantec.

"Uma das táticas que usa para não chamar a atenção é usurpar a identidade dos programas utilizados com frequência como Windows ou Adobe Reader", sem comprometê-los, mas dando a seus instrumentos nomes próximos que podem ser confundidos com os usados por programas legítimos.

Embora o modo de infecção ainda seja desconhecido, a Symantec avança na hipótese da utilização de falsos programas de atualização.

"Enquanto os ataques de ciberespionagem afetam regularmente alvos em Estados Unidos, Europa e Ásia, é menos frequente ver países sul-americanos afetados. No entanto, o número de operações de ciberespionagem aumentou regularmente nos últimos anos e a emergência do Sowbug mostra que nenhuma região está a salvo deste tipo de ameaça", indicou o grupo americano.

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AFP