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Pessoas participam de manifestação contra o presidente Nicolás Maduro, em Los Teques, no dia 7 de setembro de 2016

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A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condenou, nesta quarta-feira, o que denominou uma "onda" de ameaças e "restrições ao exercício dos direitos fundamentais" na Venezuela.

Em uma nota oficial, a CIDH e sua Comissão Especial para a Liberdade de Expressão mencionaram a "onda de ameaças, detenções, invasões e aberturas de processo penais contra membros de partidos políticos opositores, manifestantes pacíficos e jornalistas".

Isto, apontou a entidade, ocorre "no marco de uma série de restrições ao exercícios de direitos fundamentais impostos pelo governo venezuelano contra aqueles que expressam seu apoio à promoção de um referendo revogatório presidencial".

Para a CIDH, a decisão do Supremo Tribunal de Justiça, que declarou inconstitucionais e nulas as decisões da Assembleia Nacional, constitui "uma restrição indevida ao exercício dos direitos políticos" consagrados na Convenção Americana de Direitos Humanos.

Por isso, a entidade enviou à Venezuela um pedido para que cesse "todas as detenções realizadas à margem da lei", e para "não dar continuidade a processos judiciais sem sustentação contra líderes políticos, jornalistas e manifestantes".

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AFP