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Familiares das vítimas do voo MH37A, da Malaysia Airlines, levam cartazes após coletiva de imprensa sobre a busca dos restos do avião, em Putrajaya, Malásia, no dia 22 de julho de 2016

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Os restos do avião da Malaysia Airlines (voo MH370), desaparecido há mais de dois anos, poderiam ser encontrados a 500 km mais ao norte da área onde estão realizando atualmente as investigações, segundo simulações feitas por cientistas.

Para determinar o local onde provavelmente o avião explodiu, um grupo de investigadores na Itália se baseou na localização dos cinco pedaços do aparelho que foram encontrados na época.

"Um de nossos resultados mais importantes é que o lugar de onde mais provavelmente provêm os restos é compatível com a área onde as autoridades buscam atualmente", disse à AFP o físico Eric Jansen. "Mas também, que a área que temos determinado se estende mais ao norte", acrescentou.

"Nossa simulação mostra que os restos podem ser provenientes de uma área situada até 500 km mais ao norte", afirmou. "Se não encontrarem nada no local de busca atual, poderia valer à pena estendê-la nessa direção", indicou Jansen em um comunicado.

O estudo foi realizado no Centro Euro-Mediterrâneo sobre Mudança Climática de Lecce, sul da Itália, e foi publicado nesta quarta-feira (27) pela revista "Natural Hazards and Earth System Sciences".

O Boeing 777 desapareceu por razões desconhecidas no dia 8 de março de 2014 quando saía de Kuala Lampur para Pequim, com 239 pessoas à bordo, a maioria cidadãos chineses. Trata-se de um dos maiores mistérios da história da aviação.

O governo malaio segue defendendo que não sabe o que provocou o acidente.

Malásia, Austrália e China, os três países envolvidos na busca, disseram esta semana que a esperança de encontrar o avião "diminui" a cada dia e que a busca intensa será suspensa dentro de poucos dias se não encontrarem novos restos.

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AFP