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Drone americano voa sobre território do Iêmen, em junho de 2017

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Os ataques aéreos da coalizão internacional antiextremista na Síria e no Iraque se reduziram drasticamente no mês passado, como reflexo do colapso do grupo Estado Islâmico (EI), declarou nesta terça-feira (7) um general da Força Aérea dos Estados Unidos.

O general Andrew Croft, que coordena as incursões aéreas da coalizão, disse que houve uma redução de entre 60% a 70% dos ataques, se comparados aos oito ou nove meses anteriores.

"Isso é um indicativo do fato de que o EI está colapsando não apenas como um califado físico, mas também no controle do território", disse a jornalistas em uma teleconferência.

"Eles somente mantêm cerca de 4% a 5% da área que originalmente controlavam, o que reduziu o número de alvos drasticamente, especialmente no último mês", explicou.

O oficial disse que 850 bombas foram lançadas em outubro, contra 1.800-2.400 mensais usadas desde o início do ano.

A diminuição aconteceu no mesmo mês em que Raqa, principal bastião do EI na Síria, foi recuperada pelas forças curdas, que contaram com apoio dos Estados Unidos.

Segundo estimativas da coalizão, ao menos 768 civis morreram desde o início da incursões aéreas, há três anos, contra o grupo Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

O Airwars.Com, uma página online que monitora o número de vítimas, até o momento estima em 6.000 o número de civis mortos em ataques aéreos da coalizão.

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AFP