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O presidente colombiano, Juan Manuel Santos (E), e o líder das Farc, Timochenko (D), durante a cerimônia da assinatura do cessar-fogo na presença do presidente cubano, Raúl Castro, em Havana, no dia 23 de junho de 2016

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Os combatentes das Farc que não aceitarem o acordo de paz com o governo da Colômbia estarão "fora" da organização e não poderão "usar seu nome, armas e bens", advertiu nesta sexta-feira a guerrilha, esclarecendo que não admitirá "dissidências".

O Estado-Maior do Bloco Comandante Jorge Briceño, que opera no centro do país e é considerado um dos mais fortes do grupo rebelde, emitiu um comunicado no qual adverte que os guerrilheiros que não acatarem a paz deverão "fazê-lo adotando um nome diferente".

"O Estado-Maior Central e seu secretariado são as máximas instâncias de direção e comando nas FARC-EP. Suas determinações, ordens e orientações são de cumprimento obrigatório para todos os membros".

O texto, firmado nas montanhas da Colômbia, foi divulgado após a informação de que membros da Frente Primeira das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) decidiram não entregar as armas após a assinatura do acordo de paz entre o grupo rebelde e o governo colombiano.

As Farc adotam suas decisões "por maioria" e como têm cumprimento obrigatório, não é possível "a formação de dissidências de qualquer ordem", destaca o comunicado, difundido pelo Observatório de Paz e Conflito da Universidade Nacional da Colômbia.

"Agindo como procedem, estes antigos comandantes e combatentes das FARC-EP não apenas adotam um comportamento temerário contrário às determinações da Direção Nacional, mas também chocam frontalmente com os anseios de paz" da Colômbia.

Na quarta-feira, o presidente Juan Manuel Santos advertiu os membros da Farc que esta será a "última oportunidade" de desmobilização. "De outra forma, terminarão no túmulo ou na prisão".

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AFP