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Armas que pertenceram às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia são exibidas no início da operação de desarmamento da guerrilha, no dia 22 de setembro de 2017 em Funza, Colômbia

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Um dos líderes guerrilheiros que se absteve do processo de paz de Bogotá com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), agora transformadas em partido político, morreu durante uma operação militar realizada na Colômbia, informou nesta quinta-feira (28) o exército.

Luis Lizcano, conhecido como Euclides Mora, era o segundo líder de um grupo dissidente das Farc, que opera na região de Guaviare (sul), uma das zonas em que há cultivo de coca no país.

Mora, que tinha 51 anos e já possuía três décadas de guerrilha, caiu "em uma operação conjunta que envolveu o exército, a força aérea e a polícia no município de Calamar", indicaram as autoridades em comunicado.

"A mensagem é clara: entreguem-se, senão ou a prisão ou o caixão lhes esperam", comunicou o presidente Juan Manuel Santos em sua conta no Twitter.

Mora comandava o grupo dissidente junto a Miguel Botache Santillana, que atualmente é um fugitivo e era conhecido como "Gentil Duarte".

Duarte, Mora e outros três líderes da guerrilha foram expulsos em dezembro pelos então comandantes da organização.

Quase 7.000 ex-combatentes entregaram as armas e agora estão seguindo na vida civil, agrupados na Força Alternativa Revolucionária do Comum, o novo partido político que surgiu do acordo de paz que foi decidido em novembro junto ao governo, buscando superar meio século de conflito armado.

O exército calcula que ao menos 300 rebeldes não concordaram com o acordo de paz.

A Colômbia é o principal produtor mundial de folha de coca, matéria prima da cocaína, que ocupa uma área de 146.000 hectares de terra no país, além de ser também o país que mais produz essa droga, tendo fornecido 866 toneladas em 2016, segundo a ONU.

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AFP