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Policiais escoltam Jefferson Chávez Toro, líder da dissidência das Farc, em 14 de março de 2018 na Colômbia.

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O governo da Colômbia anunciou nesta quarta-feira a captura de Jefferson Chávez, segundo principal líder da dissidência do antigo grupo guerrilheiro Farc, que operava na fronteira com o Equador.

Jefferson Chávez, também conhecido como Cachi ou Miguelito, liderava um dos grupos que rejeitou o processo de paz e era considerado pelas autoridades como um "alvo de alto valor", declarou o presidente Juan Manuel Santos em entrevista coletiva.

Cachi, 27 anos, foi capturado em uma operação realizada na cidade de Pereira, no centro do país, graças a uma informação pela qual as autoridades pagarão uma recompensa de 100 milhões de pesos (33 mil dólares).

Estamos avançando "no objetivo (...) de desarticular estes grupos criminosos, estas dissidências que operam no sul do país, na fronteira com o Equador", disse Santos.

O governo avalia que cerca de mil guerrilheiros de origem marxista, muitos dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), seguem operando atraídos pelo narcotráfico ou a mineração ilegal.

Os rebeldes exercem especial influência no sul da Colômbia e na fronteira com o Equador, uma das rotas para o tráfico de drogas aos Estados Unidos.

Cachi liderava "a produção e comercialização de cocaína na zona rural de Tumaco", povoado situado na fronteira com o Equador, segundo a polícia.

A dissidência das Farc é liderada por Walter Arizala "Guacho", um dos homens mais procurados no Equador e na Colômbia.

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AFP