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Uma paciente infectada com Chikungunya repousa no hospital, em Acapulco, no dia 15 de abril de 2015. A Colômbia confirmou a morte de 25 pessoas pela doença

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O Instituto Nacional de Saúde (NIH) da Colômbia confirmou nesta segunda-feira que 25 pessoas morreram de Chikungunya no país, onde mais de 180 mil casos do vírus foram registrados desde meados de 2014.

De acordo com um boletim epidemiológico extraordinário, divulgado no site do INS, no "acumulado de 2014-2015 foram reportados 43 prováveis ​​mortes" por Chikungunya na Colômbia e "depois de fazer a unidade de análise, um caso fatal foi descartado (...), 25 foram confirmados e 17 permanecem em avaliação".

"As mortes confirmadas procedem das seguintes regiões: Norte de Santander (dez), Cundinamarca (seis), Huila (três), Tolima (dois), Sucre (dois), Barranquilla (um) e Cartagena (um)", explicou a autoridade sanitária.

Com isso, a maior parte dos casos de morte estão concentrados no Norte de Santander, um departamento no leste da fronteira com a Colômbia e Venezuela, e depois se espalham por regiões tanto do centro quanto do norte.

Para estudar e confirmar as mortes, o INS convocou na semana passada uma reunião com especialistas nacionais e internacionais "com o objetivo de construir uma metodologia para a análise de casos atípicos e prováveis ​​casos de morte do vírus", disse a agência.

De acordo com o último boletim do INS sobre o Chikungunya na Colômbia, mais de 180.000 casos foram confirmados. A doença pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti - o mesmo da dengue e da febre-amarela - ou pelo 'Aedes albopictus'.

O vírus Chikungunya, identificado pela primeira vez na Tanzânia em 1952 e desconhecido na América Latina até dezembro de 2013, provoca febre alta e dores musculares, articulações e cabeça, e pode ser fatal.

Na Colômbia, o sistema de saúde registrou um primeiro caso do vírus em julho de 2014.

AFP