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O ministro colombiano da Defesa, Luis Carlos Villegas, participa de coletiva de imprensa, em Bogotá, no dia 29 de agosto de 2016

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A Colômbia descarta "dissolver" sua Força Pública após selar o acordo de paz com a guerrilha das Farc, que busca acabar com um conflito armado de 52 anos, declarou nesta terça-feira o ministro da Defesa, Luis Carlos Villegas.

"Não cometerá a Colômbia o erro que se cometeu, por exemplo, na América Central, de pensar que ao se firmar acordos de paz tudo está resolvido", afirmou o ministro em um debate sobre o orçamento de 2017 no Congresso.

O governo de Juan Manuel Santos e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) chegaram na semana passada a um acordo de paz e decretaram um cessar-fogo bilateral e definitivo, que entrou em vigor na véspera.

"Esta paz exige as Forças Armadas mais poderosas de nossa história, para podermos enfrentar dois desafios: a manutenção de uma paz estável e duradoura como foi negociado, e as ameaças que persistem", declarou Villegas, em referência aos demais grupos armados ilegais que operam no país.

Villegas confirmou que o confronto armado com as Farc foi reduzido em 98% após o "avanço das negociações de paz".

"As pessoas realmente estão levando a sério o cessar-fogo e o fim das hostilidades. Estamos voltando aos territórios proibidos e há tranquilidade no tráfego noturno".

O orçamento nacional para 2017 estipula 28,7 trilhões de pesos (9,75 bilhões de dólares) para o setor da Defesa, soma superior aos 28,1 trilhões (9,5 bilhões de dólares) destinados em 2016.

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AFP