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Venezuelanos atravesasm a ponte Simón Bolívar depois de comprar alimentos em Cúcuta, Colômbia, em 17 de julho

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A Colômbia descartou nesta segunda-feira reabrir um corredor humanitário na fronteira com a Venezuela - fechada por Caracas por motivos de segurança há quase um ano - para que os venezuelanos possam comprar os produtos em faltam em seu país.

"Não vamos repetir o que foi feito nos últimos dois finais de semana. Vamos trabalhar para que haja uma abertura definitiva e no próximo final de semana não haverá passagem" humanitária, disse a chanceler colombiana, María Ángela Holguín, em entrevista concedida na cidade de Cúcuta.

A chanceler destacou que os dois países trabalham para "ter uma fronteira organizada, uma fronteira legal, uma fronteira efetiva e que fique aberta de forma permanente".

"Este é o trabalho que estamos fazendo com o governo venezuelano, e aspiramos que isto ocorra em breve".

Segundo as autoridades colombianas, entre sábado e domingo passados 123 mil venezuelanos cruzaram a fronteira para comprar alimentos e remédios, após uma autorização temporária de Caracas.

Uma primeira abertura temporária da fronteira foi realizada em 10 de julho, o que levou 35.000 moradores da Venezuela, assolados pelo desabastecimento em seu país, a fazer compras na Colômbia.

Holguín destacou que o governo do presidente Juan Manuel Santos está disposto a receber os venezuelanos que querem comprar na Colômbia, mas destacou que apenas permitirá o ingresso e a permanência de estrangeiros "de maneira legal".

"As pessoas que não tiverem seus papéis em dia serão expulsas", advertiu a chanceler, que nas próximas semanas se reunirá com sua colega venezuelana, Delcy Rodríguez.

O fechamento da fronteira foi decretado por Maduro em agosto de 2015, após um ataque de supostos paramilitares colombianos contra uma patrulha militar venezuelana, que deixou três feridos na cidade de San Antonio, o que também gerou tensão entre os dois governos.

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AFP