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O representante do governo colombiano Juan Camilo Restrepo (D) e o integrante do ELN Pablo Beltrán (E), em Quito, no dia 16 de fevereiro de 2017

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O governo da Colômbia e o ELN anunciaram nesta quinta-feira que estudarão vias para chegar a um cessar-fogo bilateral o mais cedo possível, durante os diálogos de paz que instalaram há uma semana.

"Queremos avançar gradualmente para um cenário em que sejam dadas as condições para acordar um cessar-fogo e de hostilidades com o ELN", disse o chefe negociador do governo, Juan Camilo Restrepo, após a leitura de um comunicado na chancelaria do Equador.

O objetivo é "tomar medidas conjuntas bilaterais para diminuir a intensidade do conflito", disse seu contraparte, o chefe guerrilheiro Pablo Beltrán. "Vamos começar a buscar um cessar bilateral", apontou.

O governo do presidente Juan Manuel Santos e o Exército de Libertação Nacional (ELN) instalaram em 7 de fevereiro, em Quito, uma mesa formal de negociações para terminar o conflito armado.

Santos esperar fechar um acordo com o ELN para alcançar a "paz completa", após a assinatura em novembro de um histórico pacto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Em uma primeira declaração sobre o avanço dos diálogos, as partes informaram sobre "um primeiro acordo" para criar duas sub-mesas de trabalho: uma para tratar a participação da sociedade na negociação e outra que discutirá ações humanitárias, entre outras a diminuição da intensidade do conflito.

"O ideal é poder começar, logo, um processo de diminuição" do confronto armado, apontou Restrepo.

E acrescentou: "isto nos permitirá aumentar a confiança" e gerar "condições propícias para poder chegar a um cessar-fogo bilateral".

Beltrán considerou que este primeiro acordo é "um bom começo". Apesar das diferenças, "vamos encontrar um caminho comum", concluiu.

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AFP