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Depois de meio século de conflito armado na Colômbia, militares e guerrilheiros se integrarão nesta sexta-feira a uma comissão que preparará o cessar-fogo e o desarmamento da guerrilha, em um novo passo nas negociações de paz em Havana

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Depois de meio século de conflito armado na Colômbia, militares e guerrilheiros se integrarão nesta sexta-feira a uma comissão que preparará o cessar-fogo e o desarmamento da guerrilha, em um novo passo nas negociações de paz em Havana.

O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Militares da Colômbia, general Javier Flórez, será o principal representante do governo nesta nova comissão, que explorará os caminhos para um cessar-fogo bilateral e definitivo com as Farc, a maior guerrilha desse país.

O presidente Juan Manuel Santos classificou como passo histórico a incorporação de militares em serviço ativo ao processo de paz, iniciado em 2012 e que buscar acabar com um conflito que deixou 220.000 mortos e mais de cinco milhões de deslocados.

As Farc não informaram quem será seu principal representante nesta comissão, cuja primeira tarefa será analisar as experiências internacionais sobre desarmamento e fixar um cronograma de trabalho.

A comissão preparará proposta para o desarmamento, o quarto dos seis pontos da agenda de paz.

As partes já chegaram a um consenso sobre os três primeiros pontos da agenda: reforma rural, participação política das Farc e drogas ilícitas.

O outro tema pendente é o mecanismo de de referendo para um eventual acordo de paz.

AFP