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Vista do shopping center após explosão, em Bogotá, em 17 de junho de 2017

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O décimo suspeito pelo atentado de 17 de junho em um shopping center em Bogotá, que deixou três mortos, foi enviado à prisão preventiva, informou nesta segunda-feira o Ministério Público da Colômbia.

"Hoje o juiz ordenou a medida de prisão preventiva" a Iván Darío Ramírez León, suspeito pelo ataque detido no domingo, disse à AFP uma fonte da procuradoria.

Com Ramírez León, chegam a dez os detidos pelo atentado com bomba no Centro Comercial Andino de Bogotá, em que morreram duas colombianas e uma francesa.

Todos os presos são suspeitos dos crimes de terrorismo, organização criminosa, homicídio e porte ilegal de armas.

Segundo as autoridades, os suspeitos integrariam o pequeno Movimento Revolucionário do Povo (MRP), um grupo urbano de esquerda que é apontado como responsável por vários atentados com artefatos de baixo impacto perpetrados principalmente na capital colombiana.

Familiares e amigos dos detidos protestaram nos arredores da entidade judicial para pedir sua libertação. Eles argumentam que não há provas de envolvimento no caso.

Em comunicado, o MRP assegurou que as pessoas investigadas não pertencem ao movimento, mas autoridades não confirmaram ainda a veracidade desta declaração.

AFP