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Colômbia proíbe entrada a mais de 200 'colaboradores' do governo de Maduro

Maduro discursa no palácio Miraflores, em Caracas afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. janeiro 2019 - 20:07
(AFP)

O governo da Colômbia proibiu nesta quarta-feira (30) a entrada a mais de 200 pessoas que diz colaborar com a "ditadura" de Nicolás Maduro na Venezuela, informou a autoridade migratória.

"A decisão, soberana e discricionária, faz parte das medidas tomadas pelo Grupo de Lima, do qual a Colômbia faz parte e que busca uma saída pacífica para a crise na Venezuela", afirmou a Migração Colômbia em um comunicado.

O diretor da entidade, Christian Krüger, não descartou que o número de pessoas incluídas em uma lista de "inadmitidos" pela Colombia, "dada sua estreita relação e apoio ao regime de Nicolás Maduro", aumente nos próximos meses.

Entre as pessoas incluídas na medida está o venezuelano Ronald Alexander Ramírez Mendoza, que nesta quarta-feira pousou em um charter no aeroporto do porto de Barranquilla antes de ser notificado.

Ramírez Mendoza foi nomeado "em dias passados" por Maduro como presidente de uma empresa venezuelana cuja sede fica na cidade caribenha.

O governo de direita de Iván Duque tem liderado a pressão diplomática internacional contra o que considera a "ditadura" de Maduro na Venezuela, com a qual a Colômbia praticamente não tem relações desde meados de 2017.

Ao lado de Estados Unidos e vários países latino-americanos, Bogotá reconheceu como presidente interino da Venezuela o opositor Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, desconhecida pelo oficialismo.

O Grupo de Lima, que reúne a uma dezena de países latino-americanos, entre eles Colômbia, desconhece Maduro, por considerar que seu segundo mandato, iniciado em 10 de enero, foi resultado de eleições fraudulentas.

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