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Um mosquito Aedes aegypti é visto em um laboratório, em Cali, Colômbia, no dia 25 de janeiro de 2016

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As autoridades sanitárias da Colômbia reportaram nesta quinta-feira os dois primeiros casos de microcefalia em recém-nascidos associado ao vírus zika, um dia depois que os cientistas americanos concluíram que esta doença causa problemas cerebrais em fetos.

A informação foi confirmada por um comunicado do ministério da Saúde Pública.

Na véspera, as autoridades de Saúde dos Estados Unidos confirmaram a relação entre o vírus zika e a microcefalia em fetos, segundo um estudo dos Cientistas dos Centros para o Controle e a Prevenção de Enfermidades (CDC).

A conclusão se deu após revisar cuidadosamente as evidências existentes de que o vírus zika causa microcefalia e outros problemas cerebrais graves no feto.

Essa confirmação se baseia, em parte, em uma série de estudos no Brasil, onde milhares de bebês nasceram com a má-formação no ano passado, ao mesmo tempo em que havia um surto de zika.

Não havia até então uma pista conclusiva, nem qualquer tipo de evidência que pudesse oferecer uma prova definitiva dessa relação, afirma o relatório publicado na revista especializada New England Journal of Medicine.

AFP