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(Arquivo) Show da banda irlandesa U2

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"Como disse Gabriel García Márquez: 'O espírito do México jamais será quebrado'", disse Bono, vocalista do U2, para as 65 mil pessoas que assistiram ao primeiro show da banda irlandesa na capital mexicana, duas semanas após um devastador terremoto.

U2 iniciou pela Cidade do México sua turnê pela América Latina comemorativa do 30º aniversário do álbum "The Joshua Tree", dedicando vários momentos do concerto a confortar a população mexicana, abalada por dois mortais terremotos em apenas quinze dias.

No dia 7 de setembro, um tremor de 8,2 graus sacudiu o sul do México, e doze dias depois outro abalo, de 7,1 graus, atingiu o centro do país, principalmente a Cidade do México.

Os dois terremotos deixaram mais de 400 mortos e milhares de pessoas sem residência.

Em um gesto de solidariedade, o U2 anunciou que parte da renda dos seus dois concertos no México será revertida para a manutenção de abrigos de emergência para 2 mil famílias.

"Acendam as luzes, vamos ver as luzes esta noite! Todos unidos! Irmãos, irmãs, primos, tias. A alma do México!" - disse Bono em inglês após interpretar o clássico "Bad", que mesclou com as primeiras notas da popular canção mexicana "Cielito lindo".

A banda, integrada ainda pelo guitarrista The Edge, o baixista Adam Clayton e o baterista Larry Mullen Jr, também dedicou um momento para recordar as vítimas do massacre de domingo em Las Vegas, durante um festival de música country, quando um atirador deixou 59 mortos e mais de 500 feridos.

Com "Sunday Bloody Sunday" tocando ao fundo, Bono gritou várias vezes "No more, Las Vegas! ¡No more, Espanha", em referência à violência policial contra o referendo de independência da Catalunha, no domingo.

Após o México, o U2 segue para Colômbia, Argentina, Chile e Brasil.

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AFP