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(Arquivo) Foto tirada em 22 de setembro de 2017 mostra escombros em Raqa

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Os combatentes sírios e estrangeiros do grupo extremista Estado Islâmico (EI) serão retirados de Raqa, após um acordo com as autoridades locais.

A coalizão internacional liderada por Washington, que apoia os combatentes anti-extremistas que participam na batalha, havia anunciado anteriormente a saída de um "comboio" de Raqa após um acordo de retirada, sem mencionar o destino dos extremistas sírios e assegurando que os combatentes estrangeiros seriam excluídos deste acordo.

Mas Omar Alloush, um alto funcionário do Conselho Civil de Raqa, informou no sábado à AFP que "os combatentes estrangeiros fazem parte do acordo".

O Conselho Civil de Raqa é uma administração local criada pelas forças curdas e árabes que se dispõem a liberar a cidade síria.

O organismo estava encarregado de dirigir as negociações, com líderes tribais, que desembocaram em um acordo de evacuação.

"O comunicado da coalizão diz uma coisa, mas a realidade é outra", afirmou Alloush.

Alloush também forneceu à AFP um comunicado escrito por líderes tribais no qual anunciava que as FDS haviam dado seu aval para a "saída de combatentes sírios".

No total, segundo este alto responsável, até 500 extremistas, tanto sírios como estrangeiros, poderiam continuar entrincherados em Raqa. "Há 400 reféns, mulheres e crianças no hospital" da cidade, onde se encuentram.

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AFP