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Comunidade internacional pede diálogo no Haiti

Rua de Porto Príncipe, coberta de escombros e barreiras, em 21 de novembro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 22. novembro 2018 - 21:07
(AFP)

A comunidade internacional pediu nesta quinta-feira (22) aos líderes políticos do Haiti para iniciar um diálogo após as violentas manifestações contra o presidente Jovenel Moise.

Moise rompeu três dias de silêncio na quarta-feira à noite com um breve discurso televisionado no qual pedia calma e reivindicava a legitimidade de seu governo.

Segundo a polícia nacional, pelo menos três pessoas morreram durante as manifestações de domingo nas quais pediram sua renúncia. No entanto, a oposição garantiu que o número de mortos em todo o país ultrapassava 11.

"Estimulamos o diálogo significativo para abordar os pontos de desacordo e encontrar soluções duradouras sem violência", informou a embaixada dos Estados Unidos em um comunicado.

O chamado Core Group, composto pelas Nações Unidas, a União Europeia e a Organização dos Estados Americanos (OEA), assim como pelas embaixadas de Alemanha, Brasil, Canadá, França e Estados Unidos, também lamentaram a perda de vidas.

Em sinal de apoio a Moise, o grupo também disse que "os atos de violência que tentam provocar a renúncia das autoridades legítimas não têm lugar em um processo democrático".

Os principais grupos de oposição, que fizeram da renúncia de Moise um requisito prévio para a abertura de qualquer negociação ou diálogo, planejam uma nova manifestação para sexta-feira.

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