Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Feridos são atendidos após atropelamento durante protesto em Charlottesville, na Virgínia, em 12 de agosto de 2017

(afp_tickers)

A condenação do presidente americano, Donald Trump, à violência e ao ódio pelos confrontos de ontem em uma manifestação na Virgínia inclui "supremacistas brancos" - esclareceu a Casa Branca neste domingo (13).

"O presidente disse, da forma mais enérgica em suas declarações de ontem [sábado], que condena todas as formas de violência, fanatismo e ódio. Isso inclui, evidentemente, supremacistas brancos, neonazistas, o Ku Klux Klan e todo tipo de grupos extremistas", garantiu um porta-voz do Executivo.

"Fez um apelo à unidade nacional", completou.

Trump foi muito criticado por suas declarações, inclusive por membros do Partido Republicano, ao condenar a violência de "ambas as partes" nos distúrbios entre manifestantes da extrema direita e antirracismo registrados no sábado, em Charlottesville, na Virgínia.

No episódio, uma mulher de 32 anos morreu, quando um carro foi lançado nos ativistas que protestavam contra a marcha dos supremacistas brancos e nazistas.

Filha e conselheira do presidente, Ivanka Trump denunciou neste domingo "o racismo, a supremacia branca e os neonazistas", após as críticas ao pai.

"Não há lugar na sociedade para o racismo, a supremacia branca e os neonazistas. Todos temos de nos unir como americanos e ser um país unido", declarou ela, em uma série de tuítes.

AFP