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Manifestantes protestam na Avenida Paulista contra a corrupção, em 4 de dezembro de 2016

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Uma suposta conexão argentina do escândalo de corrupção revelado pela operação "Lava Jato" será investigada na Argentina, após revelações de um operador da Odebrecht, revelou nesta quinta-feira a deputada governista Elisa Carrió.

"Após a divulgação do depoimento do operador da Odebrecht Leonardo Meirelles, falei com o presidente (Mauricio Macri) e há um acordo para que se investigue até as últimas consequências o caso das transferências", disse Carrió, amiga e aliada do chefe de Estado.

Em uma videoconferência ao procurador federal argentino Federico Delgado, Meirelles revelou ter feito 10 transferências em 2013, totalizando 850 mil dólares, para o atual chefe da agência de Inteligência argentina, Gustavo Arribas, segundo a imprensa local.

O objetivo seria garantir que a Odebrecht fosse contratada para uma obra pública da empresa estatal de águas.

No momento dos pagamentos, Arribas não ocupava cargo público e seus advogados informaram que ele reconhece apenas ter recebido 70 mil dólares de Meirelles pela venda de móveis de uma residência que mantinha no Brasil.

A denúncia original de supostos subornos foi revelada em janeiro passado, e Arribas prestou depoimento a uma comissão bicameral legislativa sobre atividades dos organismos de Inteligência, onde de declarou inocente.

Na ocasião, Carrió denunciou Arribas à Justiça, mas o caso foi encerrado por falta de provas. Posteriormente, os promotores conseguiram reabrir o caso.

Os advogados da Odebrecht se comprometeram a colaborar com a justiça argentina.

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AFP