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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

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A polícia israelense respondeu neste domingo a Benjamin Netanyahu e denunciou um "ataque ao estado de direito" depois que o primeiro-ministro acusou a força de segurança de provocar um "tsunami de vazamentos" sobre casos de corrupção que afetam o governante.

"A polícia fez o seu trabalho de acordo com a lei e não responderá às provocações sem fundamento que perturbam seu trabalho e representam um ataque ao estado de direito", afirmou à AFP uma fonte policial que pediu anonimato.

Benjamin Netanyahu está envolvido em duas investigações: sobre presentes que teria recebido de modo indevido de personalidades ricas e sobre um acordo secreto que teria negociado com um jornal para obter uma cobertura favorável.

Os nomes de seu advogado pessoal e de um colaborador aparecem em um terceiro caso de suposta corrupção vinculado à compra de três submarinos alemães.

Desde o início das investigações, Netanyahu acusa a imprensa e a oposição de esquerda de tentar obter o seu indiciamento para, assim, afastá-lo do poder.

Mas esta é a primeira vez que o primeiro-ministro faz um ataque tão duro contra a polícia, a qual atribuiu em sua página no Facebook "a massa de vazamentos ilegais que se assemelha a um tsunami". Netanyahu também reclama da "perseguição" da imprensa.

Os casos são destaque na imprensa israelense há vários meses e provocam perguntas sobre o futuro de Netanyahu e sua capacidade para sobreviver politicamente.

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AFP