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Capitólio dos Estados Unidos, em Washington DC, em 19 de janeiro de 2017

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O Congresso dos Estados Unidos aprovou, nesta quinta-feira (26), a resolução sobre o orçamento de 2018, após uma votação da Câmara dos Representantes, que vai permitir ao presidente Donald Trump lançar sua grande reforma fiscal.

Votada na semana passada pelo Senado, com 51 votos a favor e 49 contra, a resolução foi aprovada pela Câmara Baixa por 216 deputados, contra 212 contrários.

Ela é importante pois autoriza um procedimento simplificado, chamado de "reconciliação", para votar nos próximos meses uma reforma tributária com uma cláusula crucial: serão necessários apenas 51 votos no Senado, em vez dos 60 geralmente requeridos, para adotar a legislação fiscal.

Isso facilita o trabalho dos republicanos, que dispõem de 52 votos no Senado e não vão precisar dos democratas, a não ser no caso de deserções de sua própria bancada.

Trump, que agora deve promulgar o texto, comemorou no Twitter essa "grande notícia". A Casa Branca anunciou que o presidente está ansioso para trabalhar com o Congresso para revisar um código fiscal "falso e caro".

A reforma almeja uma redução gigantesca dos impostos, de cerca de 1,5 bilhão de dólares.

Vinte republicanos, contudo, votaram contra a resolução da Câmara, entre eles vários representantes de estados em que os impostos são altos e que temem que o fim de várias deduções fiscais, previsto na reforma, seja ruim para seus eleitores.

Após o fracasso para substituir a lei de cobertura médica do presidente anterior Barack Obama, a adoção desta histórica redução de impostos antes do fim do ano é a principal prioridade de Trump e seus aliados parlamentares.

As grandes linhas da reforma são uma redução dos impostos às empresas, de 35% a 20%, assim como a maior parte dos de pessoas, bem como a supressão de deduções fiscais a fim de simplificar o processo.

Chuck Schumer, líder da oposição democrata no Senado, denunciou que a medida reduziria os dispositivos médicos Medicaid e Medicare e levaria à explosão do déficit orçamentário.

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AFP