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Congresso peruano rejeita destituição de procurador-geral

Vista da sede do Congresso peruano, em 14 de setembro de 2017. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. outubro 2018 - 01:04
(AFP)

O procurador-geral do Peru, Pedro Gonzalo Chávarry, envolvido no escândalo judicial de tráfico de sentenças, permanecerá no cargo após a Comissão do Congresso encarregada do caso decidir arquivar a denúncia, nesta segunda-feira.

A Comissão Permanente do Congresso, controlada pelo opositor partido fujimorista Força Popular, se pronunciou a favor do arquivamento da denúncia contra Chávarry realizada pelos governistas, por considerar que carece de elementos.

A decisão impede que a denúncia chegue ao plenário do Congresso para debate.

O partido governista Peruanos Pela Mudança exigia a destituição de Chávarry e sua inabilitação para o exercício de Cargos públicos por dez anos.

A decisão favorável ao procurador-geral também foi apoiada pelo social democrata Apra, partido do ex-presidente Alan García.

Chávarry foi denunciado por ter mentido sobre suas supostas ligações com o empresário Antonio Camayo, ligado à organização criminosa conhecida como 'Os Colarinhos Brancos do Porto'.

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