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Trump aperta a mão do general H.R. McMaster

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O conselheiro de segurança nacional do presidente Donald Trump afirmou no domingo que o governo chinês trabalha estreitamente com os Estados Unidos para atuar contra o "comportamento ameaçador" da Coreia do Norte.

"Existe um consenso internacional, incluindo os chineses e os dirigentes chineses, de que a situação não pode continuar", declarou o general H.R. McMaster durante uma entrevista na rede de televisão americana ABC realizada depois que a Coreia do Norte tentou aparentemente sem sucesso lançar um novo míssil.

Falando no Afeganistão, disse que a China, que é um aliado da Coreia do Norte, agora está preocupado com o isolamento do estado comunista.

McMaster disse que presidente Trump não permitirá que o programa de armas nucleares do regime de Pyongyang ponha sob ameaça dos Estados Unidos e seus aliados na região.

O consenso, incluindo a China a China, é "que este problema está chegando a um ponto crítico. Assim, chegou o momento de empreendermos todas as ações possíveis, antes de uma opção militar, para tentar resolver isso pacificamente", disse McMaster.

McMaster chegou neste domingo a Cabul, quatro dias depois do lançamento da bomba convencional mais potente dos Estados Unidos contra posições do grupo Estado Islâmico (EI) no Afeganistão.

Esta visita, anunciada pelo presidente Trump em 12 de abril e pelo próprio general no Twitter, foi confirmada pela presidência afegã e por dirigentes americanos na capital afegã. A duração e o programa da visita não foram revelados por motivos de segurança.

O general McMaster, de 54 anos, nomeado em 20 de fevereiro à frente do NSC, serviu no Iraque, mas conhece o Afeganistão, onde esteve entre 2010 e 2012 no quartel-general da ISAF, a força internacional de segurança em Cabul.

O NSC é um órgão estratégico da Casa Branca, encarregado de arrecadar informações relacionadas com a segurança nacional e de aconselhar o presidente em matéria de segurança e política externa.

Na quinta, os Estados Unidos usaram pela primeira vez a GBU-43/B, conhecida como "a mãe de todas as bombas", para destruir várias posições de EI na província de Nangarhar, leste do país.

Segundo dirigentes afegãos, mais de 90 combatentes do grupo jihadista morreram em no ataque.

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