Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, concede uma entrevista coletiva, na cidade iraquiana de Najaf, em 24 de julho de 2014.

(afp_tickers)

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou duramente nesta sexta-feira "o hediondo e covarde" assassinato do jornalista James Foley pelos jihadistas do Estado Islâmico.

Em um comunicado aprovado por unanimidade, os 15 membros do Conselho exigiram a imediata libertação de todos os reféns em poder dos extremistas islâmicos.

"Os membros do Conselho de Segurança destacaram que o EI deve ser combatido e a intolerância, a violência e o ódio que difundem, extirpados".

O EI exibiu na Internet na terça-feira um vídeo com a execução de Foley, provocando a condenação mundial.

O jornalista, de 40 anos, trabalhava na Síria para o site de notícias Global Post e estava sequestrado desde novembro de 2012.

O Conselho destacou que os responsáveis pela execução devem prestar contas à Justiça e chamou todos os países a cooperar com os Estados Unidos para tal objetivo.

Na quarta-feira, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou firmemente o assassinato, e descreveu a execução como um "crime abominável que caracteriza a contínua campanha de terror que o EI empreende contra os povos do Iraque e da Síria".

AFP