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Conversas comerciais com a China 'vão muito bem', diz Trump

O presidente Donald Trump e seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Pequim

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O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (7) em um breve tuíte que as negociações encaminhas a desativar a disputa comercial com a China "vão muito bem".

"As conversas com a China vão muito bem!", tuitou, com um otimismo ao qual logo se somou o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow.

Tanto os observadores como os inversores duvidam, no entanto, de que os Estados Unidos e a China possam concluir rapidamente um acordo comercial que acabe com a guerra das tarifas entre os dois países, tal como prometeu Trump após a reunião com seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Buenos Aires.

Estas dúvidas e os temores de uma guerra comercial intensificada e prolongada pesam profundamente nos índices da Bolsa.

A isso se somou a detenção no Canadá da diretora financeira do gigante chinês das telecomunicações Huawei a pedido dos Estados Unidos, provocando indignação em Pequim e fazendo temer pelo desenrolar das discussões comerciais.

Mas Kudlow tentou dissipar as dúvidas. "Não sei se (este caso) terá um impacto nas negociações comerciais, de fato eu duvido", assinalou à CNBC.

Elogiados por Trump, o acordo de Buenos Aires, por enquanto, continua difuso para os mercados. Os chineses prometeram em várias ocasiões "executar os pontos de consenso", mas nenhuma das partes apresentou muitos detalhes.

Na quinta-feira, o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, disse à imprensa: "A China implementará imediatamente (os pontos de) consenso alcançado por ambos as partes sobre produtos agrícolas, energia, automóveis e outros bens específicos".

Após a reunião em Buenos Aires no âmbito da cúpula do G20, Washington concordou em frear a ameaça de Trump de aumentar as tarifas de 200 bilhões de dólares em importações chinesas a 25% a partir de 1º de janeiro, deixando-as na taxa atual de 10%.

Apesar de seu otimismo, Kudlow insistiu no fato de que o principal negociador dos Estados Unidos, o representante de Comércio americano, Robert Lighthizer, estava aplicando o princípio da precaução que Ronald Reagan tornou famoso durante as negociações de desarmamento nuclear com a União Soviética: "Confie, mas verifique".

O acordo promovido por Trump ainda permanece rodeado de grande confusão, dada a falta de detalhes concretos, como um cronograma específico para as negociações.

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