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Foto sem data cedida pela agência oficial de notícias norte-coreana (KCNA) em 16 de setembro de 2017 mostra o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, inspecionando lançamento de míssil balístico

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A Coreia do Norte descartou neste sábado qualquer possibilidade de negociação e ameaçou desenvolver seu arsenal nuclear, em uma nova advertência para o presidente Donald Trump, que inicia uma viagem pela Ásia.

O presidente americano iniciou na sexta-feira a primeira visita de seu governo ao continente asiático, em um momento de grande preocupação com os mísseis e o programa nuclear norte-coreano.

Trump deve visitar a Coreia do Sul na terça-feira, depois de passar pelo Japão.

Os Estados Unidos devem esquecer "a ideia absurda" de que Pyongyang cederá às sanções internacionais e abandonará as armas nucleares, advertiu a agência oficial norte-coreana KCNA, antes de afirmar que o país alcançou a "última etapa da dissuasão nuclear".

"Melhor parar de sonhar em falar sobre conosco sobre desnuclearização", destaca a agência em uma nota que tem como título "Parem de sonhar acordados".

"Nossa estimada espada nuclear de autodefesa será cada vez mais afiada enquanto a política hostil dos Estados Unidos contra a RPDC (República Popular Democrática da Coreia) não for abolida de uma vez por todas", completou a agência oficial.

A Casa Branca informou que Trump discursará na Assembleia Nacional de Seul sobre a "determinação comum ante ameaças compartilhadas".

Na Coreia do Sul existe a preocupação de que a visita do presidente americano agrave a situação se Donald Trump não limitar a dura retórica contra Pyongyang.

Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, trocaram insultos e ameaças nos últimos meses.

"Por sua tendência de improvisar no discurso, muitos coreanos temem que (Trump) se deixe levar em suas declarações", afirmou à AFP o professor Yang Moo-Jin, da Universidade para Estudos Norte-Coreanos.

Quase 500 manifestantes protestaram neste sábado em Seul e acusaram, Donald Trump de levar a península coreana à beira da guerra.

Outra manifestação, com 100 pessoas, expressou apoio À visita de Trump.

O presidente americano, que já disse considera uma "perda de tempo" qualquer negociação direta com Pyongyang, se reunirá em Seul com o presidente sul-coreano, Moon Jae-In, que defende uma política de abertura com a Coreia do Norte, algo que Trump considera um "apaziguamento".

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AFP