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Otto Warmbier morreu logo depois de chegar nos EUA em coma após passar um ano preso na Coreia do Norte

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A Coreia do Norte pareceu vincular o destino de seus prisioneiros americanos às atuais tensões com Washington, ao afirmar, nesta terça-feira (15), que agora não é o momento propício para discutir sobre sua libertação.

Três americanos, acusados de vários delitos contra o Estado comunista, estão presos no país, atualmente imerso em um tenso confronto com a administração de Donald Trump em função de seus programas nuclear e de mísseis.

"O destino dos americanos detidos não é um tema de discussão dado o estado atual das relações", declarou um porta-voz da Chancelaria norte-coreana, segundo a agência de notícias oficial KCNA.

Pyongyang prendeu vários cidadãos americanos na última década, muitos dos quais foram libertados depois da intervenção de autoridades americanas de alto escalão.

Em junho, o estudante Otto Warmbier, que fora sentenciado a 15 anos de trabalhos forçados por supostamente ter roubado um panfleto durante uma visita a Pyongyang como turista, foi enviado para casa em coma. Morreu uma semana depois.

Na semana passada, Pyongyang colocou um pastor canadense em liberdade por motivos médicos, após mais de dois anos de detenção.

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AFP