Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Logo do Obamacare em Miami, na Flórida, em 10 de janeiro de 2017

(afp_tickers)

A ameaça feita pelo presidente americano, Donald Trump, de eliminar o principal subsídio ao Obamacare poderia forçar um aumento brusco dos custos e estender o déficit americano, de acordo com um estudo independente do governo publicado nesta terça-feira.

O Escritório de Orçamento do Congresso disse que a ameaça de Trump de acabar com o popular programa de saúde de seu antecessor eliminando o financiamento do governo das "reduções de custos compartilhados" (CSR) para os americanos de baixa renda forçaria as seguradoras a elevar os preços em 20% para cobrir as CSRs.

Os altos preços poderiam expulsar os consumidores do mercado de seguros individuais, tornando-os menos atrativos para as seguradoras.

Sem o subsídio, disse o Escritório, "cerca de 5% das pessoas viveriam em áreas sem seguros no mercado em 2018".

A Lei de Cuidados Acessíveis do presidente Barack Obama, que procurou expandir a cobertura do seguro de saúde, ofereceu CSRs a pessoas e famílias que ganham 250% ou menos que o nível federal de pobreza, que é de 24.600 dólares por ano para uma família de quatro membros.

O subsídio reduz ou elimina os pagamentos compartilhados e despesas para tratamentos de saúde.

Como uma particularidade da lei, os subsídios das CRS devem ser regularmente renovados. Mas a preocupação é que, após o fracasso no Congresso de revogar ou substituir o Obamacare como foi exigido por Trump, haja uma ação para minar o programa ao não renovar os subsídios no final deste mês.

"Como eu disse desde o início, deixe o Obamacare implodir", tuitou no momento.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP